6 de novembro de 2009

Presa no ar


Vivendo uma vida de ferro
Onde o coração mostra-se longe
Caminhando praticamente sem sentido
Procurando um motivo para seguir.

As flores são de mármores
Presas em um vaso vivo
E é assim que se sente
Um robô movido a pilhas.

E as folhas caem ao chão
Secam e morrem sozinhas
Assim como a vida se vai,
Velha, cinza e ranzinza.

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