15 de junho de 2010

Conversa frente ao espelho


Ó doce cavalheiro
Quisera eu fazerte entender
Que tudo que faço é para o bem
Pararmos de sofrer.
Ainda não sei bem por que é que pedi tais coisas
E em noites e dias chorando
Lembro-me da tua lembrança.
Meus pés fazem-me tropeçar
Mas quando se sabe o caminho
(amarga sina)
Os tombos fazem-se necessários
E saiba!
Sigo as placas que mandam até você!
Acreditas em mim?
Creio que nem Deus mais tem essa capacidade
Porém, enquanto não perder a fé no que digo
Me terás no coração
Como terei-te no meu.

Lembra-te de meus sonhos
Que agora tomam mais forma
E na música encontrarei teu amor
Em uma orquestra de crianças cidadãs.

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